Nanotecnologia e Concreto Celular! Térmico, Acústico, Ecológico.

A areia é o terceiro recurso natural mais usado depois do ar e da água.

É usada principalmente na indústria da construção (concreto, cimento, vidro), mas também para construir estradas, chips eletrônicos ou painéis fotovoltaicos.

O único tipo de areia que pode ser utilizado na construção de edifícios é a areia costeira porque é composta de grãos irregulares que podem se aglomerar (ao contrário da areia do deserto com grãos que são de forma redonda e lisa).

Esta indústria consome 80% da areia utilizada no mundo.

Estima-se que nos últimos 5 anos, a China tenha usado mais areia do que os EUA em 1 século, somente na indústria da construção.

Os Emirados Árabes Unidos também são grandes consumidores. Somente a cidade de Dubai importou 500 milhões de toneladas de areia para construir o “The World”, seu arquipélago de ilhas artificiais.

A cada ano, mais de 75 000 000 000 (bilhões) de toneladas de areia são extraídas das costas.

Neste este ritmo, acredita-se que em 2100, as praias como nós as conhecemos desaparecerão completamente.

Este “desaparecimento da areia” refere-se a todas as costas do mundo.
 



Há uma simples razão pela qual este Boeing 737 não foi destruído esta semana no Aeroporto de Jiuzhai Huanglong, na China, em vez disso foi seu trem de pouso que destruiu a pista de concreto: não é nem uma pista, nem concreto. Ao menos, no sentido tradicional.

É uma tecnologia chamada EMAS – Engineered Materials Arresting System (Sistema de Frenagem com Materiais de Engenharia), e ele pode salvar sua vida um dia.

O Boeing 737 foi utilizado para testar a eficácia do material. Como você pode ver nas imagens, ele funcionou perfeitamente.

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A água esta tão próxima das extremidades das pistas de pouso do Aeroporto Groton-New em Londres, que não há nenhuma maneira ambientalmente sensível para a construção das áreas de segurança da pista, conforme exigido pela FAA em 2015; mas um sistema baseado em Concreto Celular pode atender o mandato da FAA.

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Etiqueta, lançada pela Eletrobrás/Procel e que integra PBE, reconhecerá edificações que reduzam o consumo de água e energia

eficiencia energética Para uma empresa ser competitiva, atualmente, não basta apenas ter o melhor produto, ela também pode estar localizada em um edifício que possibilite a economia de recursos naturais, o que impactará diretamente no preço final da sua mercadoria. Por isso, a Eletrobrás, por meio do Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel), e em parceria com o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro), lançaram a Etiqueta Nacional de Eficiência Energética em Edificações (ENCE), para edifícios comerciais, de serviços e públicos.

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As três principais influências que afetam o desempenho dos edifícios são:

Transferência Térmica – A facilidade com que o calor desloca-se por uma casa e seu envoltório exterior afeta consideravelmente os fatores de saúde e conforto de uma casa.

Fluxo de Ar – Fuga de ar, um problema tanto para as casas novas como as já existentes que pode contribuir com mais de 30% dos custos com aquecimento e refrigeração, criar problemas de conforto e umidade ou puxar poluentes como o mofo nas casas.

Fluxo de Umidade – Existem quatro modalidades preliminares para migração de umidade em nossas casas; umidade de intempéries, capilaridade, infiltração, e difusão.

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A Eletrobrás e o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) lançaram nesta quinta-feira, 2, em São Paulo, a Etiqueta de Eficiência Energética em Edificações para edifícios comerciais, de serviços e públicos. Receberam a etiqueta – simbolizada por uma placa de aço em tamanho A4 – uma agência da Caixa Econômica Federal (CEF) em Curitiba, e os projetos da sede administrativa da CEF em Belém (PA); da Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina (SATC), em Criciúma; da Faculdade de Tecnologia Nova Palhoça (Fatenp), em Nova Palhoça (SC); e do Laboratório da Engenharia Ambiental (Cetragua) da Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis. A cerimônia foi realizada na sede do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP).

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A lista abaixo apresenta apenas alguns dos problemas que podem ser solucionados com concreto celular. Ela foi elaborada focando apenas problemas de construção em edificações, ao invés de problemas geotécnicos e de infraestrutura, onde o concreto celular também é utilizado com excelentes resultados.

O concreto celular reduz tanto o peso quanto o custo comparando-se com o concreto de alta densidade, enquanto mantém muitas das propriedades que tornam o concreto um precioso material de construção. A resistência é reduzida assim que a reduzimos sua densidade, desta maneira o uso do concreto celular não é recomendado em algumas aplicações.

Piso de concreto afundando com espaços vazios sob a laje.

Solução: O concreto celular numa densidade entre 640 a 960 kg/m3 irá fluir facilmente, penetrando até mesmo nas menores passagens para preencher todos os espaços vazios existentes.

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